Os dois gigantes do continente asiático sempre estiveram próximos, mas nunca se comunicaram com tanta intensidade e cordialidade como nos últimos tempos. A posição chinesa continua a se fortalecer, apesar de toda a desconfiança em torno dos projetos russos. O cenário de uma “colonização reversa”, comparado aos tempos em que Moscou era o “irmão maior”.

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