A presença do Papa visa transformar simbolicamente Arguineguín, conhecido como o “cais da vergonha”, num “porto da esperança”, onde atuam os chamados “Anjos do Oceano” — como o bispo das Ilhas Canárias designa o Salvamento Marítimo, a Cruz Vermelha e as equipes de emergência que prestam primeiros socorros aos migrantes.