“Pertencer a mais de uma língua não é confusão: é riqueza. É entender que nenhuma língua que nos habita deveria ser silenciada. A reflexão ganha ainda mais sentido ao lembrar do 21 de fevereiro, Dia Internacional da Língua Materna, data que nos convida a olhar para as línguas não apenas como ferramentas de comunicação, mas territórios afetivos, culturais e identitários. Para quem vive fora do seu país de origem, a língua materna é o último fio que nos mantém ligados à nossa história.”

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